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Monday, August 29, 2005

Death came for you...

É indescritível a sensação do mensageiro que nos traz a triste nova de uma vida desaparecida, finda, desabitada da alma que o corpo que conhecíamos possuía...
Não se acredita ao início, porque a morte é o fim aos olhos humanos.
Sente se revolta ou um estado letárgico total onde nem sequer reconhecemos quem nos ampara. A morte toldanos o olhar, prende nos os membros e rodopia o nosso corpo, como um pião com que brinca durante vários dias, meses ou às vezes anos...

E perecemos por dentro... devasta nos por dentro, desespera nos a fronte e baixamos a cabeça, inundamos os olhos e abanamos a cabeça num acto de horrível descrença, quando a verdade se nos apresenta tão real.


Carlos, amo-te muito, estarei sempre contigo!

Wednesday, August 24, 2005

O advento da pobreza

Fico de braços abertos à espera que chegues, me abraces com força, com ternura, candura e me leves para o leito da entega plangente entre duas almas corporais que se desvelam em amor...
Mas arracaste de mim o que de melhor tinha de ti e de nós, sem pudor, sem escrupulos da minha dor.

Isso é-te indiferente, completamente.
E completa entreguei me a ti...

Lembras, Amor quando sonhavamos rosa, mas em negro nos tingimos?
Lembras, Amor?

... a ruína do paupérrimo amor é o que somos...