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Tuesday, June 27, 2006

Memórias

Do nada.
Do nada tudo nasce. E do meu nada nasce sempre aquela raiva imprevisível, como tu mesmo o dizes sempre... "do nada"... porque do nada tudo vem.
A reviravolta turbulenta afugenta-te durante dias e o meu coração torna-se uma enorme bola de fogo de vingança...
Sabes porque amo tanto a água, Amor?
Sabes porque não te amo mais como outrora, Amor?
Sabes?

Pena que não saibas mais...
Nunca soubeste... porque te rasgo a alma em prantos passados tanto junto quanto longe de ti.

"quebramos os dois, afinal..."

Wednesday, June 21, 2006

Sangue

Hoje acordei quase asfixiada pelas lágrimas de sangue que me abraçavam o pescoço...
Lágrimas de sangue... ontem chorei sangue, dei um murro no bem que existia ainda em mim e gritei á Humanidade a que não me sinto pertencente que a repudiava... senti o eco da minha raiva e raiva recebi...
Mas chorei sangue, amor...
Tanto sangue chorei...
Entristeço.
Morri-te, amor... morri-te... a decrepitude de um breu no meu olhar sempre distante. De ora em diante para sempre distante...