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Sunday, April 20, 2008

Tétricamente falando...

A tristeza esvai-se-me, em breve não conseguirei mais escrever...!
A tristeza é o motor das minhas palavras. O sangue do meu corpo, a seiva de tudo o que toco e toca em mim, rastejando.
A tristeza que me move é a tua ausência perene, é a tua morte distante de mim, é a tua lembrança gritante de nós; são os teus braços que não me sufocam mais; a tua boca que não me molha mais; o teu peso voraz sobre e sob mim...
A tristeza é saber que exististe e não existes mais.
Até
Até mais... (não) ver...

Monday, April 07, 2008

Porque sim...

Créditos: Bernardo Coelho - S/T



Costumava dizer-te que respostas evasivas de redundante frequência eram o fundo de uma grande mentira ou de uma fraca argumentação. Não só no final mas desde o príncipio, foi o que te revelaste - uma grande mentira e fraco em muitas coisas, em especial, na argumentação.

Talvez acordasses todos os dias, comesses todos os dias, cagasses todos os dias, fodesses todos os dias (ou não...) porque sim, apenas porque era assim e não poderia ser de outra maneira.

"Porque sim" não dava espaço para mais nada, a não ser á simples conclusão de que não conseguias mudar nada na tua vida acanhada. Limitada demais. Porquê? Ora, porque por muita água corresse a teus pés, nada te demoveria; porque por muita dor a vida te oferecesse, nada te demoveria; porque não vês humanos, mas extensões da tua sombra. Ou talvez não, porque até as sombras mudam... só tu não, porque sim.