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Saturday, March 25, 2006

O antes que já não é

Costumava cantar-te aquela lamecha sinfonia para amores sem razão de ser - "só pra dizer que te amo..."... mas lamecha já não sou e o amor são cinzas de escombros esquecidos, arrumados numa gaveta, bem ao fundo da cómoda.

Vejo que não fiz mal em guardar-te também a ti... não passas , nem passaste nem passarás disso mesmo - uma destruição que atrás só deixou cinzas e escombros.

Estilhaços de vidas passadas.

Deixam marcas, mas não magoam mais, só as sinto quando passo os dedos por elas... pelas cinzas dos escombros...

Monday, March 13, 2006

Abismo da vida real

No trabalho, oiço uma musiquinha super repetitiva na radio, invento um pouco de trabalho para que não olhem para mim com cara de poucos amigos.
Vejo uns mails aguardando as notícias de que já tenho conhecimento e deparo-me - caixa vazia. Respondo-me "o normal..." e volto ao trabalho, lânguida, numa serenidade preversa, num comodismo autómato.
A música muda, reparo que gosto mais do som desta, mas nada de especial.
O chefe está momentaneamente distraído.
Lá fora um sol radiante contrasta comigo, com isto tudo, com... este inefável abismo da vida real.

Impressão minha ou a vidinha que se leva é uma merda inconsolável?

Saturday, March 04, 2006

Não vale a pena... a minha alma tornou-se pequena

Tornei-me pequena, enroladinha, no chão, a um canto para que ningém me note e denote que existo.
Quero ficar á margem.
Tentei, lutei e vejo que não posso mais. Pensei que o poeta tinha razão quando dizia "vale semre a pena quando a alma não é pequena", mas não adianta. Sou pequena demais.

Fiquei pequena demais.

Minguei. Entristeci e chorei. Quero afastar-me, partir para outro mundo onde haja, onde exista, onde seja.... Onde seja EU.