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Tuesday, September 27, 2005

Dúvida abismal


Pequenos fragmentos de inquietude duvidosa cruzam se por entre os meus poros e suspiro - Onde estará a verdade em tudo isto?
Duvido, persisto na delonga desta busca e insisto, canso e sem descanso procuro. Os fragmentos da dúvida são venenosos, carunchosos, e encontram sempre nas nossas fraquezas as limitações que lhes darão alimento e as aumentarão para o precipício da ruptura...
Olho em todas as direcções sem saber no que acreditar.

Encolho os ombros e penso - Talvez nem seja para eu perceber - e continuo na trilha. Fugindo do abismo da dúvida...

Wednesday, September 21, 2005

Vou desaparecer no vento da nortada

Às vezes apetece-me desaparecer. Desfazer-me num punhado de vento, deixar varrer-se-me cada átomo do meu corpo e esvair-me em vento, em folhas de Outono, em direcção ao mar.

Tenho cada vez mais noção da morte e no abismo a que cheguei sei-a melhor do que muita gente que deambula por aí, porque sinto que ela vive comigo... Sei-a porque é ela quem desfará cada um dos meus sonhos, me leverá cada uma das pessoas que mais amo, me levará também a mim, se não for com o meu amigo vento primeiro.

Só sei que hoje desaparecerei, com o vento da nortada
E rodopiarei para nunca mais me verem outra vez...

A(deus) ...

Thursday, September 15, 2005

Fragmentos



Fragmentos intensos de um amor
Imenso como o nosso
Melodioso como as tuas palavras
Saboroso como o teu abraço
Amoroso como tu o és para mim...

Dizer que te amo, é dizer muito pouco...

Saturday, September 10, 2005

" a nós amor, a nós..."

A negritude do teu rosto envolveu-me....
Percorreu-me, seduziu-me e traíu o que de mais puro tinha - a castidade da minha alma. Vendi o meu corpo, despojei-me das minhas virtudes e o apocalipse vital surgiu-me numa noite de Inverno, tempestuoso como a tua súbita invasão na minha existência...

Quando me quis soltar vi-me enlameada, atada de membros, cega de consciência, surda de palavras de amor sem pudor, esquecida de mim...

Quando me quis soltar um riso escarninho voltou-se para mim e soube... não havia mais volta. E a revolta tomou conta de mim... As tuas frases murmuravam ao meu ouvido, mas a minha vingança planeava-me; os teus lábios em mim besuntava o meu pensamento, quedava-me os movimentos, lentos, mas sedentos... da tua vida...

A sangue te vergo o corpo, soergo o meu e bebo de ti um copo -
" a nós, amor... a nós..."

Tuesday, September 06, 2005

Nada temo

Se me aparta a noite escura, nada temo, porque tu estás comigo.
Se as labaredas do caminho me queimam os membros e fustigam as faces, nada temo porque tu estás comigo.
Se a esperança teima em não ficar , nada poderei temer, porque estás comigo.

Porque é o teu abraço que me conforta,
Os teus beijos que me despertam,
O teu carinho que me faz agarrar a vida...
Nunca te afastes de mim para que nunca receie, para que arrisque sempre, para que viva, não vegete, não retorne à profunda escuridão de um alvorecer sem alegria.

Thursday, September 01, 2005

Dá-me um sorriso, um apenas…

Conforta-me
Diz-me que tá tudo bem,
diz algo se puderes ou então:

Dá-me um sorriso, um apenas…
Não precisas de me amar
Ou tão pouco dizer algo!Sorri apenas… com o teu olhar
Deixa-me captar tua beleza
E talvez um pouco de harmonia
para que no luar possas ser graça

Resta-me conformar
Ah... tou perdido, tão perdido
já não me encontro em mim.

- não terá fim este confronto!…………terá?

Peculi

Post Scriptum: Este poema foi escrito pelo Peculi., não Fernando Pessoa, como fui levada a pensar. Um beijo a TODOS!