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Friday, February 29, 2008

Mesa - Vício de ti...

Amigos como sempre
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.

Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu víciode ti (2x)

Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.

Enquanto a música não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmoreceser
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu víciode ti (3x)

Eu canto a sós pra cidade ouvir
entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...

Monday, February 25, 2008

É hoje...

É hoje que saboreio o teu fel?
É hoje que que afago o teu cabelo em desalinho?
É hoje que me desanimo de ti?
É hoje que encontro o teu olhar demente no meu?
É hoje que me fazes tua?
É hoje que olhamos a lua?
É hoje?
Hoje?
Não...
Ainda não.
Espera um pouco mais.
Fica...
Ou.... talvez não.
Não, hoje não é.
Amanhã também é dia.

Wednesday, February 20, 2008

A primeira vez que te vi, de aparência tentadoramente jovem, olhar displicente, qual besta, soube que nos amaríamos, mas nunca seríamos um do outro.
Caminhaste, para mim, calmo, como um felino calca o desconhecido, sem receio.
Sondámo-nos, estranhos. Mas estranhos nunca foramos. Apenas tínhamos de saber que existíamos um no mundo do outro. Isso bastava.
Mas até quando?
dizem que tudo na Natureza é cíclico e que forças superiores manipulam os spisódios naturais e os findam opara logo depois, renascerem e cairem na vã repetição. Seremos um ciclo? Um ciclo da perfeita natureza que teve a imperfeita ideia de unir os nossos espíritos e vontades?
Em todas as conversas, rondas-me como um cão que cheira uma nova criatura no seu domínio e ficamos num delicioso e interminável limbo de ímpeto contido. Uma vontade animal e fatal de sermos um uma única vez. Uma única e derradeira vez.
"Quero-te"baila nos nos lábios....

(to be continued...)

Monday, February 11, 2008

Quando o silêncio chega

Créditos: Jorge Casais

Olho em volta a cidade que escurece. Escondo as faces luminosas das lágrimas que trilham o meu rosto e escondo-o das almas que passam por mim. Quero esconder o sentimento, buscando o que roubaram de mim, buscando quem o destino roubou de mim.

Anseio a escuridão, só nela desarmo o meu pranto. Só nela me liberto e a minha alma expira pela última vez entregando-se docemente à solidão do momento. Á solidão a que me abandonaste. Esfregaste a minha ferida em promessas de sal, sal provei, sal colhi.

Dos teus lábios salgados senti sede, mas de ti não mais beberei.


Saturday, February 09, 2008

Gostavas?

Desculpem ter retirado o texto... mas fazia-me todo o sentido. Até hoje...
Em breve mais textos, quando tiver forças.

Um beijo